É claro que você nunca vai estar 100% certo de algo 100% do tempo.
É claro que incertezas vão existir sempre, ser humano é incerto....
Mas tem dia que você se encontra incerto em uma incerteza... é tipo quando você sabe de coração o que quer, como quer e quando quer, mas não sabe se já quer.
To num dia incerto. Questionando a mim, a ele, o que eu vou comer no almoço e por que eu estudo MODA. Mas acho que é normal... todo mundo deve ter dias assim... já já passa.
Na verdade... já passou
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Há 1 ano 5 meses 9 dias e 2 horas e 49 minutos comecei a odiar domingos... e segundas - feiras por consequência... não há nada pior que lembrar que essa noite dormirei sozinha.
Sem o calor do corpo dele. Sem sentir a barba por fazer arranhando meu pescoço, sem o suspiro, sem o beijo de Bom Dia, sem o acordar com o corpo suado.. sem o cheiro do amor, do meu amor.
Sem o calor do corpo dele. Sem sentir a barba por fazer arranhando meu pescoço, sem o suspiro, sem o beijo de Bom Dia, sem o acordar com o corpo suado.. sem o cheiro do amor, do meu amor.
Retomando
E hoje me dei conta que faz uns dois anos que não escrevo... escrevo em pequenos papéis que se perdem na bagunça do armário, na bagunça da bolsa, na bagunça da vida.
Ainda tenho aquele caderninho azul onde muitos devaneios foram revelados em tom de segredo. Mas escrever, escrever de fato... assim onde você possa ver que eu estou viva, faz tempo.
Será que ainda tenho jeito?
Hoje me deu vontade de escrever... escrever como eu fazia antes... há uns 2 anos atrás. Talvez porque as pessoas de antes estejam mais presentes. Talvez porque acabei de ler blogs de pessoas queridas...
Então escreverei...
Mas sobre o que?
Resolvi criar outras coisas as invés de textos... resolvi deixar a utopia de Fátima Bernardes de lado ( talvez só por enquanto... talvez agora seja algo como Constanza Pascolato...) e quero escrever sobre TUDO... já que faz tanto tempo que não escrevo...
Acho que agora vou escrever que preciso de mais um tempo para pensar no que vou escrever. Mas tudo bem... importante é saber que vou escrever...
Ainda tenho aquele caderninho azul onde muitos devaneios foram revelados em tom de segredo. Mas escrever, escrever de fato... assim onde você possa ver que eu estou viva, faz tempo.
Será que ainda tenho jeito?
Hoje me deu vontade de escrever... escrever como eu fazia antes... há uns 2 anos atrás. Talvez porque as pessoas de antes estejam mais presentes. Talvez porque acabei de ler blogs de pessoas queridas...
Então escreverei...
Mas sobre o que?
Resolvi criar outras coisas as invés de textos... resolvi deixar a utopia de Fátima Bernardes de lado ( talvez só por enquanto... talvez agora seja algo como Constanza Pascolato...) e quero escrever sobre TUDO... já que faz tanto tempo que não escrevo...
Acho que agora vou escrever que preciso de mais um tempo para pensar no que vou escrever. Mas tudo bem... importante é saber que vou escrever...
domingo, 16 de setembro de 2007
Palavras ao vento
Sinto tantas vezes que deixo tantas palavras ao vento que com elas formaria um verdadeiro furacão.
E só o fator de estarem assim, ao vento, já me deixa irrequieta.
Se estão ao vento podem ser capturadas por qualquer ouvido mais atento, e aí, meus segredos serão descobertos.
E só o fator de estarem assim, ao vento, já me deixa irrequieta.
Se estão ao vento podem ser capturadas por qualquer ouvido mais atento, e aí, meus segredos serão descobertos.
sábado, 8 de setembro de 2007
Finalmente consigo olhar nos olhos de alguém e sentir que não há dúvida em relação ao que sentimos
Finalmente consigo fechar os olhos, pensar nele, e sentir que não há razões para que eu desacredite no nosso amor.
E tudo acontecendo há tão pouco tempo, tudo tão rápido... mas parece que faz anos que pertencemos um ao outro.
Amar é verbo intransitivo
Amor é palavra sem limites e sem medida de tempo e espaço.
Te amo e ponto.
Finalmente consigo fechar os olhos, pensar nele, e sentir que não há razões para que eu desacredite no nosso amor.
E tudo acontecendo há tão pouco tempo, tudo tão rápido... mas parece que faz anos que pertencemos um ao outro.
Amar é verbo intransitivo
Amor é palavra sem limites e sem medida de tempo e espaço.
Te amo e ponto.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Acabo sempre me perguntando se sou o que sou , ou se sou o que penso que sou...
Vá saber... posso ,afinal, não ser nada ou ninguém...
Vá saber... posso ,afinal, não ser nada ou ninguém...
Sobre a escrita.
Sempre acabo me rendendo aos encantos da palavra escrita.
Ainda tento desvencilhar- me do mundo das letras, tentando acreditar que existe outra atividade em que eu me sinta mais à vontade, em que eu me sinta mais segura ou com mais vontade de exercer. Mas a procura termina quando acabo no mesmo lugar, termina quando acabo voltando a escrever coisas tolas, úteis ou inúteis, idéias , futilidades ou qualquer outro tipo de assunto que , por vezes, não falo.
As mãos parecem ter vida própria, parecem dizer o que querem dizer, com ou sem o consentimento da razão. Com ou sem a minha permissão. Clamam por liberdade de expressão essas minhas pequenas mãos, e eu, bondosa ( cof, cof ) concedo sem nenhum problema.
Me descubro por meio da palavras, dos pontos, das frases.
A menina que escreve não é a mesma que fala, que chora, que ri.
A menina que escreve não tem vergonha, pudores ou medos.
A menina que escreve quer mais se expor, expor seus textos,suas palavras, suas vírgulas, exclamações e interrogações.
Volto assim a escrever, ainda com a esperança de ser lida, refletida, criticada. Porque escrevendo não tenho medo, mas tenho certeza. Certeza de que a esse mundo é que pertence meu ser.
O mundo do escrito e não dito. O mundo do não falado, mas escrito.
Sejam Bem Vindos. = ]
Ainda tento desvencilhar- me do mundo das letras, tentando acreditar que existe outra atividade em que eu me sinta mais à vontade, em que eu me sinta mais segura ou com mais vontade de exercer. Mas a procura termina quando acabo no mesmo lugar, termina quando acabo voltando a escrever coisas tolas, úteis ou inúteis, idéias , futilidades ou qualquer outro tipo de assunto que , por vezes, não falo.
As mãos parecem ter vida própria, parecem dizer o que querem dizer, com ou sem o consentimento da razão. Com ou sem a minha permissão. Clamam por liberdade de expressão essas minhas pequenas mãos, e eu, bondosa ( cof, cof ) concedo sem nenhum problema.
Me descubro por meio da palavras, dos pontos, das frases.
A menina que escreve não é a mesma que fala, que chora, que ri.
A menina que escreve não tem vergonha, pudores ou medos.
A menina que escreve quer mais se expor, expor seus textos,suas palavras, suas vírgulas, exclamações e interrogações.
Volto assim a escrever, ainda com a esperança de ser lida, refletida, criticada. Porque escrevendo não tenho medo, mas tenho certeza. Certeza de que a esse mundo é que pertence meu ser.
O mundo do escrito e não dito. O mundo do não falado, mas escrito.
Sejam Bem Vindos. = ]
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- Aline Castillo
- São Paulo, Locomotiva do, Brazil
- Aline queria ser artista. Vendo que não tinha talento algum para a prática de qualquer tipo de arte, decidiu, em um belo dia, escrever sobre suas dores de cotovelo... E não é que descobriu que escrever também é arte? Agora, convencida de seu "talento" (ou falta dele..rs)ela deixa por aqui seus registros trágicos, cômicos, melo-dramáticos e, geralmente,pouco coerentes, sobre sua vida e o mundo a sua volta. Divirta-se!